segunda-feira, 22 de agosto de 2011

LEIAM E PENSEM


-------NÃO DEIXE DE LER - Carta aberta ao Didi da Rede Globo

Dentro de poucos dias teremos novamente o "CRIANÇA ESPERANÇA", ENTÃO LEIA COM ATENÇÃO E SE ENTENDER QUE DEVE, REPASSE AOS SEUS CONTATOS....

SE 30% DOS BRASILEIROS (AS) FIZESSEM O QUE A SRA.
ELIANE ESTÁ FAZENDO, O BRASIL SERIA OUTRO.
PARABÉNS.

CARTA ABERTA DE ELIANE SINHASIQUE (jornalista e publicitária) PARA RENATO ARAGÃO (o Didi da REDE GLOBO DE TELEVISÃO) . . . . . !!!
Nota DEZ para essa mulher ! Parabéns !


R E P A S S E M . . . . . .


Querido Didi,
Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências) ..........
Achei que as cartas não deveriam ser endereçadas a mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido às suas solicitações.
Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e escrever uma resposta.

Não foi por " algum motivo " que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos).
Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação !

Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não.
Eu não sou ministra da educação. Não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula.
A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos de idade, quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família.
Trabalhei muito e, te garanto, TRABALHO NÃO MATA NINGUEM ! Muito pelo contrário, faz bem !
Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro- empresária.
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o GOVERNO FEDERAL tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa.
Os impostos são muito altos ! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento e em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.
Eu pago pela educação duas vezes : pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, PORQUE SOMENTE A ESCOLA PÚBLICA NÃO ATENDE COM ENSINO DE QUALIDADE QUE, ACREDITO, MEUS DOIS FILHOS MERECEM !!!
Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir, pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais !
O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores dessa dinheirama toda não veêm a educação como prioridade !
PARA ELES, A EDUCAÇÃO LHES RETIRA A SUBSERVIÊNCIA E ESSE FATO, POR SI SÓ, NÃO INTERESSA AOS POLÍTICOS QUE ESTÃO NO PODER. POR ISSO, O DINHEIRO ESTÁ SAINDO PELO RALO; ESTÃO JOGANDO FORA , OU APLICANDO MUITO MAL !!!
Para você ter uma idéia, na minha cidade cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 8,82 (oito reais e oitenta e dois centavos), enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos) !!! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda ? Você pode ajudar a mudar isso ! Não acha ?
Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você !
É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria ser endereçada a Presidente da República !!!
Ela é " a cara " !!! Ela é quem tem a chave do cofre e a vontade política para aplicar os recursos !
Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que eles façam o que for correto e necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. MAS, NÃO É O QUE ACONTECE !!!
No último parágrafo da sua carta, você joga, mais uma vez, a responsabilidade para cima de mim, dizendo que as crianças precisam da "minha doação" e que a "minha doação" faz toda a diferença...
Lamento discordar de você, Didi !!! Com o valor da doação mínima de R$ 15,00(quinze reais) eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês, ou posso comprar pão para o café da manhã para 10 dias..... !!!
Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas, R$ 15,00(quinze reais) eu não vou doar ! Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho !!!
Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família !
Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer NÃO para quase tudo que meus filhos querem ou precisam ? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo ? Acredito que não. Você é um homem de bom-senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

Outra coisa Didi, MANDE UMA CARTA PARA A PRESIDENTE "DILMA" pedindo para ela selecionar melhor os ministros e também os professores das escolas públicas ! Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino.
Melhorar os salários daqueles profissionais também funciona para que êles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação ! Peça para Ela, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam, além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso está sobrando sim ! Diga para Ela priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.
Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari !!!
P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.
PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança, fiquem sabendo : AS ORGANIZAÇÕES GLOBO ENTREGAM TODO O DINHEIRO ARRECADADO À UNICEF E RECEBEM UM RECIBO DO VALOR PARA DEDUÇÃO DO SEU IMPOSTO DE RENDA !!!
Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda !
PORQUÊ É ELA QUEM O FAZ !!!
PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?
MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?
BRASILEIROS PATRIOTAS (e feitos de idiotas) !!!DIVULGUEM ESSA REVOLTA....
isto deveria chegar a Brasilia, não acha ???










quarta-feira, 29 de junho de 2011

JOGO DO BICHO HISTORIA DO JOGO

O jogo do bicho é uma bolsa ilegal de apostas em números que representam animais e foi inventado em 1892 pelo barão João Batista Viana Drummond, fundador e proprietário do jardim zoológico do Rio de Janeiro em Vila Isabel[1].
A fase de intensa especulação financeira e jogatina na bolsa de valores nos primeiros anos da república brasileira imprimiu grave crise ao comércio. Para estimular as vendas, os comerciantes instituíram sorteios de brindes. Assim é que, querendo aumentar a frequência popular ao zoológico, o barão decidiu estipular um prêmio em dinheiro ao portador do bilhete de entrada que tivesse a figura do animal do dia, o qual era escolhido entre os 25 animais do zoológico e passava o dia inteiro encoberto com um pano. O pano somente era retirado no final do dia, revelando o animal do dia. Posteriormente, os animais foram associados a séries numéricas da loteria e o jogo passou a ser praticado largamente fora do zoológico, a ponto de transformar a capital da república (de 1889 a 1960) na "capital do jogo do bicho".
[editar]Contravenção

Simples no começo, o sistema de jogo do bicho multiplicou-se pelo território brasileiro e passou a fazer parte da cultura brasileira. Câmara Cascudo, no seu Dicionário do folclore brasileiro, distinguia o jogo como sendo invencível e que a sua repressão apenas ampliava sua reprodução por todo o país. Vício irresistível, escreveu o folclorista: (…)contra ele a repressão policial apenas multiplica a clandestinidade. O jogo do bicho é invencível. Está, como dizem os viciados, na massa do sangue.
Em Ordem e progresso (1959), Gilberto Freyre descreveu o jogo do bicho como uma das poucas atividades sem discriminação de classes no início da república. O historiador José Murilo de Carvalho demonstrou em Os bestializados: Rio de Janeiro e a república que não foi que a sociedade carioca difundia a crença na sorte como uma forma de ganhar a vida sem trabalhar.
O jogo do bicho é semelhante a uma loteria federal, mas com algumas diferenças: uma delas é que o jogador pode apostar qualquer valor, que muitas vezes é bem acima de suas possibilidades. Quanto maior o valor apostado em uma sequência numérica (milhar, centena, dezena, etc.), maior será o prêmio em caso de acerto. Com essa flexibilidade de apostas, o jogador é livre para escolher pelo menor valor possível o seu número da sorte nas 10 000 chances disponíveis em cada sorteio. Exemplo: um apostador joga um real em uma milhar no primeiro prêmio (conhecido como cabeça por ser a primeira milhar no topo da lista de resultados). Caso acerte ela inteira (os quatro números), ele ganha 3 000 reais (apostas no estado de São Paulo). Se tivesse jogado cinquenta centavos na mesma aposta e acertado, o apostador ganharia 1 500 reais. Toda banca (organização que faz a administração do jogo do bicho) tem uma tabela de valores que são apresentados aos apostadores, tabela essa que tem muito pouca diferença de banca para banca.
Apesar de sua imensa popularidade e de ser tolerado por muitas autoridades corruptas, o jogo do bicho é considerado uma contravenção no Brasil e as pessoas que o praticam ou o promovem são passíveis de punição pela justiça. Dois fatores, teoricamente, são responsáveis por seu caráter ilícito:
a ausência de pagamento de impostos por parte dos banqueiros de jogo do bicho[2]
e a sua condição de jogo de azar, que induziria ao vício e à miséria a população[3].
[editar]História

A origem do jogo do bicho remonta ao fim do Império e início do período republicano.
Jornais da época contam que, para melhorar as finanças do jardim zoológico localizado no bairro da Vila Isabel, que estava em dificuldades financeiras, o senhor de terras e escravos João Batista Viana Drummond criou uma loteria em que o apostador escolhia um entre os 25 bichos do zoológico.
Os bichos eram representados individualmente pela sequência numérica de quatro unidades, compreendidas de 00 e 99 nos dois dígitos finais, haveria 25 bichos que respeitada a sua ordem alfabética eram distribuídos em progressão aritmética múltiplas de quatro de 00 a 99. Ao final do dia, os organizadores do jogo revelavam o nome do bicho vencedor e afixavam o resultado num poste, o que até os dias de hoje continua sendo feito.
O jogo do bicho permitia apostas de "simples moedas a tostões furados" numa época em que a recessão tomava conta do Brasil. Essa modalidade de jogo, rapidamente, se alastrou pelo país e tornou-se para o pobre algo comparável à bolsa de valores para os mais abastados.
Desse modo, quase sempre "investindo" com poucas moedas, o apostador nunca deixava de "aplicar" na sua "bolsa de valores", o que deu origem à expressão: "só quem ganha é quem joga".
A organização do jogo de bicho preserva uma hierarquia como a de atores, teatro e plateia (banqueiros, gerentes e apostadores).
Nessa hierarquia, o "banqueiro" é quem banca a totalidade do jogo e quem paga a banca. O "gerente de banca" ou do ponto é quem repassa as apostas ao banqueiro e o prêmio ao vendedor. O vendedor é agregado ao gerente de banca e é quem escreve e intermedia o pagamento entre o apostador e o gerente. A banca e o ponto não necessitam de um lugar fixo para operar: seus funcionários são, frequentemente, encontrados nas ruas sentados em cadeiras ou caixas de frutas. Em outras regiões do Brasil, pode-se entrar em contato por telefone e um motoboy vem buscar o jogo em sua casa ou trabalho.
O jogo do bicho tem algumas regras que estipulam limites nas apostas: um exemplo é a "descarga" de alguns números muito apostados, como o número do túmulo de Getúlio Vargas ou número do cavalo no dia de São Jorge. Para alguns organizadores, os números muito jogados são cotados a fim de evitar a "quebra da banca" tanto por parte das bancas de apostas como durante a apuração no sorteio.
Pelo fato de ser uma atividade que envolve dinheiro não controlada pelo governo, o jogo tem atraído a atenção das autoridades corruptas e criou-se um complexo e eficiente sistema para a realização da venda de facilidades.
A Paraíba é o único estado da federação onde o jogo do bicho é considerado legal. As "corridas" (extrações dos números premiados) são feitos pela loteria do estado da Paraíba (Lotep) e o estado cobra taxas dos "banqueiros". Em razão disto, não é explorado pelo mundo do crime. Outros estados, como Pernambuco, usam as "corridas" da Paraíba como resultado oficial. Corre uma história de que durante a ditadura militar, o presidente Castelo Branco, numa reunião da SUDENE em Recife, teria cobrado do então governador João Agripino a extinção do jogo na Paraíba. Agripino teria respondido ao então presidente: acabo com o jogo do bicho na hora em que o senhor arranjar emprego para os milhares de paraibanos que ganham a vida como cambistas. O jogo continua livre no estado até hoje.
[editar]Relação com o Carnaval

A ligação do jogo do bicho com o carnaval começou por volta dos anos 1930, através de Natal da Portela.
Natal, desde cedo, esteve envolvido com o mundo do samba já que, no quintal de sua casa na esquina com a estrada do Portela no subúrbio de Oswaldo Cruz, realizavam-se rodas de samba. Nesse local, foi fundado o bloco carnavalesco Vai como pode, que se transformaria na escola de samba Portela.
Após perder um braço por causa de um acidente de trem, Natal perdeu o emprego e foi trabalhar como apontador de bicho na região de Turiaçu. Em pouco tempo, virou gerente de banca e, depois, conseguiu montar a sua própria, vindo a se tornar banqueiro de jogo do bicho, controlando toda a área de Madureira.
Com a morte de seu grande amigo Paulo da Portela, Natal, como forma de homenageá-lo, resolveu investir dinheiro na Portela para que ela pudesse se transformar em uma grande escola de samba, criando aí a figura do bicheiro patrono.
Somado a suas práticas clientelistas com a população de Madureira já que, devido a sua infância pobre, Natal sempre procurava ajudar aos pobres através de doação a igrejas, a instituições de caridade, pagamento de enterros etc., sua ligação com o carnaval começou a adquirir prestígio, sendo até mesmo convidado pelo então ministro Negrão de Lima a apresentar a Portela para a Duquesa de Kent no palácio Itamaraty em 1959.
Como forma de se legitimar perante a sociedade, os demais banqueiros de jogo do bicho passaram a seguir o exemplo de Natal, vinculando-se às escolas de samba de suas respectivas áreas de atuação, o que posteriormente também seria usado, segundo alguns, como forma de lavagem de dinheiro da contravenção.
[editar]Tabela dos bichos

(Números atuais do jogo do bicho)
Grupo 01 02 03 04 05
Animal Avestruz

01--02--03--04 Águia

05--06--07--08 Burro

09--10--11--12 Borboleta

13--14--15--16 Cachorro

17--18--19--20
Grupo 06 07 08 09 10
Animal Cabra

21--22--23--24 Carneiro

25--26--27--28 Camelo

29--30--31--32 Cobra

33--34--35--36 Coelho

37--38--39--40
Grupo 11 12 13 14 15
Animal Cavalo

41--42--43--44 Elefante

45--46--47--48 Galo

49--50--51--52 Gato

53--54--55--56 Jacaré

57--58--59--60
Grupo 16 17 18 19 20
Animal Leão

61--62--63--64 Macaco

65--66--67--68 Porco

69--70--71--72 Pavão

73--74--75--76 Peru

77--78--79--80
Grupo 21 22 23 24 25
Animal Touro

81--82--83--84 Tigre

85--86--87--88 Urso

89--90--91--92 Veado

93--94--95--96 Vaca

97--98--99--00
Referências

↑ "É bicho na cabeça" pelo historiador Antônio Paulo Benatte para a revista História Viva, nº 54, pg. 66-70. Editora Duetto. Abril de 2008.
↑ http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20071128090911AAmKTHw
↑ http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT954023-1716,00.html
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GREVE DOS PROFESSORES DE SANTA CATARINA

29/6/2011 - Regional Florianópolis
29/6/2011 - Carta aberta VI - PODER JUDICIÁRIO SUSPENDE
29/6/2011 - Professores acampados na frente da SED
29/6/2011 - Decisão judicial determina devolução dos
29/6/2011 - Regional Lages:
29/6/2011 - Suspensa audiência com Governo nesta 4ª feira
28/6/2011 - Colombo não comparece para audiência com o SINTE/SC
28/6/2011 - Professores montam acampamento na frente da SED
28/6/2011 - Governo recebe SINTE/SC hoje, 28, às 21horas
28/6/2011 - Panelaço e apitaço marcam o 40º dia de greve
27/6/2011 - Governo recua e autoriza Alesc a rejeitar MPs
25/6/2011 - Carta de Esclarecimentos
22/6/2011 - Abaixo-assinado
22/6/2011 - SINTE/Sc rebate ataques do Governo
22/6/2011 - Governo recua e retira ação de ilegalidade da greve
22/6/2011 - Apoio financeiro à greve
22/6/2011 - A GREVE É DIREITO DE TODOS OS TRABALHADORES DO MAGISTÉRIO)
22/6/2011 - Esclarecimentos Sobre o FUNDEB
22/6/2011 - Professores da regional Itajaí
22/6/2011 - Esclarecimentos: pedido de ilegalidade da greve

Essas coisas acontecem



VISÃO DE ADULTO... VISÃO DE CRIANÇA...
Éramos a única família no restaurante com uma criança.

Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando.

De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.

Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.

Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.

Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento.

Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado.

Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, OS sapatos.

Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.

Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.

Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.

Suas mãos começaram a se mexer para saudar...

'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.

Minha esposa e eu nos olhamos:

'Que faremos?'.

Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'.

Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.

O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.

Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.

Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.

Obviamente, ele estava bêbado.

Minha esposa e eu estávamos envergonhados.

Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.

Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.

Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no Estacionamento.

O velho se encontrava muito perto DA porta de saída.

'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem.

Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.

Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'..

Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem.

Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.

Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.

O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.

Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.

Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.

Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:

'Cuide deste menino'.

De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.

Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.

Peguei meu filho e o velho homem me disse:

'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.

Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.

Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:

'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.

Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum
juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja.

Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era.

Eu senti que Deus estava me perguntando:

'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade..

O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:

Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17).

Apenas repita esta frase e verá como Deus se move:

'Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor'.

Passe esta mensagem a algumas pessoas especiais.

E Agradeça pelo milagre de estar vivo!!!
pan>

O ENRIQUECIMENTO DE CABRAL (DIVULGUE POR FAVOR) Entrada X Responder

Por muito menos, pediram o impeachment de Fernando Collor. ****

** **

Não há comparação entre as trajetórias do então presidente e a do atual
governador do Rio de Janeiro. ****

** **

Os “empresários” Marcelo Mattoso de Almeida, que morreu pilotando o
helicóptero na Bahia, Fernando Cavendish, Sergio Luiz Côrtes da Silveira e
Arthur Cesar Soares de Menezes Filho – são estes os principais parceiros de
Sergio Cabral Filho, um jovem suburbano que abraçou a política e daí passou
a flertar com a elite e frequentar o eixo Leblon-Angra dos Reis-Miami-Paris.
** **

Parceiro 1 – ****

*Marcelo Mattoso de Almeida *

era um ex-doleiro, que se autoexilou em Miami, fugido de uma operação da
Polícia Federal, onde abriu uma revendedora de carros de luxo (por
coincidência, o nome da agência era First Class, o mesmo do empreendimento
na Bahia). ****

Voltando ao Rio de Janeiro, passou a frequentar a casa do governador,
tornando-se assíduo no Palácio Laranjeiras. ****

Por coincidência, na semana passada voltou de Paris fazendo escala em Miami.
****

** **

Parceiro 2 – ****

*Fernando Cavendish*, ****

dono da Delta Construções, era um empreiteiro de terceiro time e rapidamente
se tornou um dos mais ricos do país, depois que se aproximou do governador
Sergio Cabral Filho, ganhando as mais importantes licitações do Estado do
Rio de Janeiro, inclusive a reforma do Maracanã e a construção das novas
lâminas do Tribunal de Justiça.****

** **

Parceiro 3 – ****

*Arthur Cesar Soares de Menezes*, ****

o “Rei Arthur”, assim chamado porque é o grande artífice e planejador das
terceirizações e licitações no governo Sergio Cabral. ****

Em 2008, recebeu 23,5% (R$ 357,2 milhões) de tudo o que o governo estadual
pagou. ****

Na verdade, o reinado de Arthur César, do grupo Facility, se iniciou na
gestão de Anthony Garotinho e desde então jamais foi destronado. ****

Mas nem Garotinho ousou pagar tanto, em 2003, por exemplo, Arthur César só
levou R$ 58,5 milhões.****

** **

Parceiro 4 – ****

*Sergio Luiz Cortes da Silveira *

é o homem de Cabral na área da saúde. ****

O governador tentou emplacá-lo como ministro do governo Dilma Rousseff, que
declinou quando viu a lista dos processos que o secretário responde por
improbidade administrativa. ****

A corrupção de Côrtes virou manchete dos jornais e ele jamais explicou como
comprou o luxuoso apartamento de cobertura na Lagoa, que seu salário de
Secretário de Saúde não poderia pagar. ****

A atuação de Cortes rendeu ao governador uma interpelação judicial no STJ
(IJ nº 2008/0264179-0), promovida pelo Sindicato dos Médicos do Rio de
Janeiro e pela Federação Nacional dos Médicos.****

** **

Além dos quatro parceiros, o governador tem forte apoio da própria mulher,
Adriana Ancelmo Cabral, que se tornou o maior fenômeno da advocacia
nacional. ****

Saiu da função de advogada assistente na Alerj (2001 e 2003) para catapultar
sua carreira e fundar, em 2004, o Escritório Coelho, Ancelmo & Dourado
Advogados Associados, sociedade que mantém o maior número de causas
milionárias em que o Estado do Rio de Janeiro, suas autarquias e fundações
funcionam como parte ou contraparte.****

*****

*O ENRIQUECIMENTO DE CABRAL*

** **

Sérgio Cabral Filho vem de uma família de classe média baixa, nasceu no
Engenho Novo e foi criado no bairro de Cavalcanti, subúrbio do Rio. O pai,
conhecido jornalista e crítico musical, se candidatou a vereador e foi
eleito em 1982 e reeleito em 1988 e 1992. Cabral Filho se integrou à equipe
do pai acabou nomeado diretor da TurisRio, no governo Moreira Franco.****

** **

Em 1990, pegou carona no nome do pai e foi eleito deputado estadual,
tornando-se uma espécie de político-modelo. Recusou as mordomias da Alerj,
não usava o carro oficial, dirigindo seu modesto Voyage. Defendia duas
classes sociais: os jovens e os idosos, organizando os famosos bailes da
Terceira Idade, primeiro no Clube Boqueirão do Passeio, depois no Canecão.
Fazia uma carreira impecável, trocou o PMDB pelo PSDB e tinha tudo para dar
certo na política.****

** **

Até que se candidatou a prefeito do Rio, em 1992, e descobriu as famosas
“sobras de campanha”. Foi quando começou a enriquecer. Reeleito deputado
estadual em 1994, ligou-se a Jorge Picciani, que durante 6 anos foi
primeiro-secretário da Alerj, no período em que Cabral presidiu a casa
(1995-2007). Em 1994, foi novamente candidato a prefeito, amealhando “mais
sobras de campanha”.****

** **

Em 1998, tinha declarado um patrimônio de R$ 827,8 mil, mas já dava
demonstrações explícitas de enriquecimento ilícito. Ainda estava no PSDB,
mas rompeu com o então governador Marcello Alencar, que o denunciou ao
Ministério Público Estadual por improbidade administrativa (adquirir bens,
no exercício do mandato, incompatíveis com o patrimônio ou a renda de agente
público), pela compra de uma mansão no condomínio Portobello em Mangaratiba,
e de também de um luxuoso apartamento no Leblon.****

** **

Mas essa investigação foi arquivada pelo subprocurador-geral de Justiça Elio
Fischberg, em 1999, porque Cabral alegou que fazia “consultoria política”
para a agência do publicitário Rogério Monteiro, que lhe pagaria R$ 9 mil
por mês, quantia insuficiente para justificar os elevados gastos de Cabral,
mas o subprocurador parece que não eram bom em aritmética.****

** **

Em 1999, Cabral volta para o PMDB, e ainda como presidente da Alerj, se
aproxima do então governador do estado, Anthony Garotinho, que o ajuda a se
eleger senador em 2002, e depois o apóia na campanha para governador em
2006, com mais “sobras de campanha”.****

** **

Como governador, estrategicamente Cabral logo rompeu com seu protetor
Garotinho, mas manteve o “reinado” de Arthur César Soares de Menezes Filho.
E se ligou aos outros três mosqueteiros: Marcelo Mattoso de Almeida, o
ex-doleiro que morreu sexta-feira pilotando o helicóptero na Bahia, o
empreiteiro Fernando Cavendish, e o secretário Sergio Luiz Côrtes da
Silveira. Com isso, foi aumentando desmesuradamente a fortuna, que já não
dependia dos serviços de “consultoria” à agência do amigo Rogério Monteiro.*
***

** **

Hoje, o deslumbramento e o exibicionismo novo rico da família Cabral chega a
tal ponto que uma foto publicada por O Globo esta terça-feira diz tudo. O
filho de Cabral, Marco Antonio, aparece usando um relógio Rolex Oyster
Perpetual Daytona de Ouro Branco, que custa nas melhores lojas do país a
bagatela de R$ 50 mil. Não é preciso dizer mais nada. ****